segunda-feira, 22 de abril de 2013

Estrutura do sistema de numeração decimal


 Continuação da Estrutura do sistema de numeração decimal.

Utilizamos o mesmo jogo com o material Dourado. (Ganha montão e Perde tudo)



















Excelente forma de trabalharmos o sistema de números decimal com o aluno, dessa forma pode compreender melhor a forma de agrupamento e desagrupamento. Com o material didático o aluno tem mais facilidade em absorver novos conhecimentos, ou seja, a mediação do conhecimento torna-se mais ágil. Pois para crianças que nunca tiveram acesso a essa forma de ensino, tem muita dificuldade em absorver novos conhecimentos.
 Tipos de Ábaco
Ábaco de pino
 O ábaco de pinos é um material utilizado como recurso para o trabalho de Matemática, para desenvolver atividades envolvendo o Sistema de Numeração Decimal, a base 10 e o valor posicional dos algarismos, além das 4 operações (com mais ênfase na adição e na subtração).



O ábaco é um objeto de madeira retangular com bastões na posição horizontal, eles representam as posições das casas decimais (unidade, dezena, centena, milhar, unidades de milhar, dezenas de milhar, centenas de milhar, unidades de milhão), cada bastão é composto por dez “bolinhas”. As operações são efetuadas de acordo com o sistema posicional, o ábaco não resolve os cálculos, ele simplesmente contribui na memorização das casas posicionais enquanto os cálculos são feitos mentalmente.


A professora solicitou que fizéssemos vários problema envolvendo os seguintes algoritmo: Adição, Subtração, Multiplicação e Divisão.

























Efetuamos a resolução dos problema com material concreto. Utilizando os algoritmo fundamentais e foramas de agrupamento e desagrupamento. Com o material efetuamos experiência de quantas formas podemos escrever um número, utilizando unidade, dezena e centena.


Temos conhecimento que o ensino-aprendizagem no que envolve professor e aluno, é fundamental a utilização de material concreto para melhor compreensão dos conteúdos aplicado. Nesse caso, possibilitaremos uma visão mais ampla do educando, vivenciando algumas situações com as quais os alunos consigam, facilmente estabelecer relações entre o material e o  conteúdos aplicado. Neste contexto, percebemos a importância da ação conjunto entre o professor e os alunos é fundamental para que o material possa ter sua utilização justificada.O professor deve efetuar questionamento relacionando a matéria aplicada  a atividade com a material concreto. Dessa forma há um fortalecimento do conhecimento novo do aluno, ou seja, da matéria aplicada. Os alunos são jogados nos universos dos números, que na maiorias das vezes sem entendê-los, pois é verídico que a matemática é vista como um mostro dentro do ambiente escolar, devido a esse abandono  e despreparo da classe docente.  Já é provado que não basta o aluno entender o algoritmo isso não garante que ele tenha compreendido a estrutura do conteúdo. Por isso é importante o professor criar um ponte, mas para que ele tenha domínio  é necessário uma formação continuada nas estratégias pedagógicas para trabalhar a alfabetização matemática nas séries iniciais.


Mais algumas fotos. 















Jogo ganha montão e perde tudo.

Jogo Ganha Montão e Perde Tudo
O objetivo é compreender a estruturas do SND Sistema de numeração de números decimal. 
Primeiro o aluno deve confeccionar o seu tapete dividindo em três para, com um cabeçalho contendo unidade, dezenas e centenas. . Com isso o aluno já pode visualizar essa divisão.
Nesse jogo você pode usar canudos e palitos ou Material Dourado. Mas iremos utilizar canudos.
Para que aluno tenha uma visualização melhor da quantidade de palitos, o professor dever confeccionar anteriormente números de um a nove. 

O professor deve está monitorando todas essa etapas para que a atividade tenha exito.
O somatório dos dois dados não pode ultrapassar de nove, ou seja o professor deve tampar os números seis, cinco e quatro de um dado. 



Forme grupos. Cada componente do grupo deverá jogar uma vez os dois dados, efetuando o agrupamento dos palitos ou dos canudos, ao completar 10 na unidade o educando deve junta-los com um liga passando-o para parte de dezenas, e forma análoga para as centenas. Ganha o componente que fizer um centena.
O aluno deve compreender todo o processo.


O professor deve auxiliar os alunos e monitorar o andamento do jogo, fazendo link com  a estrutura do SND. Para que a atividade tenha o seu objetivo cumprido.
O professor deve acompanhar essa transposição decimal, pois nesse momento que o aluno começar a perceber de forma mais concreta o sistema de numeração de números decimal. Na foto acima o componente está com 8 dezenas e 2 unidade. Ou seja, oitenta de duas




Após todos os jogadores completar uma centena. Efetua-se todo o processo mas perdendo tudo. Nesse momento o professor deve explicar como deve-se voltar. Exemplo o jogador tirou 5 unidades, ele deve troca a centena por 10 dezenas, pegar um dezena e retirar 5 unidade o jogador terá 9 dezenas e 5 unidades. 

O propósito desse jogo pedagógico é possibilitar a melhor compreensão das propriedades do Sistema de Numeração Decimal e dos algoritmos das duas operações fundamentais: adição, subtração, ou seja para melhor entender a forma de agrupamento e desagrupamento das unidade e identificar as dificuldade dos alunos na compreensão desse sistema. Em um passado não muito distante considerava suficiente e trivial as informações obtidas nos livros didáticos de Matemática sobre o sistema de numeração de número decimal, mas com pesquisas recente e aplicação, comprovaram que o livro não é suficiente para que o aluno passa compreender de forma clara os algoritmos da adição, subtração, multiplicação e divisão. O professor deve utilizar material concreto para expor mais claramente as etapas. 

Primeira aula

A professora apresentou algumas situações reais de educando de séries de iniciais. Tendo o objetivo de analisar problemas e propostas de ensino de matemática nas séries iniciais. Apresentando que em grande parte do fundamentos metodológico adotados pelo os professores são consequências de suas definições sobre o conhecimento matemático.
Situação 01

 Nessa operação percebemos que o educando não teve uma boa abstração do conhecimento nas séries iniciais. Pois nesse caso o aluno não tem nenhuma noção de subtração, ele não consegue saber qual operação usar e chegar ao resultado final correto. Quando as operações são assim apresentadas, há uma tendência dos alunos acreditar equivocadamente que ambas são opostas e conflitantes, mas pelo contrário são "coirmãs".
Situação 02

Nesse caso o aluno tinha uma certa noção do algoritmo padrão da multiplicação, mas não usou para resolve operação. Ele desmembrou a operação e resolveu a questão por parte, após encontrar o resultando colocou todos os valores conforme o algoritmo, mas de forma incorreta, somou as parte encontrando o resultando correto. Nessa situação o educando tem conhecimento de todos o processo multiplicativo, mas não tem domínio do algoritmo padrão. O professor deve trabalhar com as duas situação de resolução para que o aluno passa resolver das várias formas existente.  
Situação 03
A questão está incorreta. Mas nesse caso o professor de reconhecer que o aluno tem algum conhecimento sobre o algoritmo, mas entendeu que estamos dividindo 768 por 32. O educando não entendeu o princípio multiplicativo. O professor deve pontuar a questão em alguns décimos para motivar o aluno, e de também se corrigir quanto a didática aplicada na explicação do algoritmo.

A solução desse problemas que verificamos nas equações descrita acima, é aplicação recurso didáticos na sala aula, nas séries iniciais como. jogos, utilização de material concreto, trabalhos fora da sala de aula. Pois a matemática está presente no cotidianos dos seres humanos, tanto implicitamente quanto explicitamente, incondicionalmente já existe um elo entre essas matemática existente, devemos somente estrutura um ponte entre esse dois conhecimento. Ao acordarmos todos os dias nos departamos com várias situações matemáticas, pegar um ônibus  fazer compras, pagar contas, olhar as horas, ou seja, toda e qualquer hora estamos exercitando de forma incondicional nossos conhecimentos matemático. O professor deve ser o mediador entre essa matemática que é formada no seu dia a dia e a institucionalizada.