quinta-feira, 9 de maio de 2013

Frações

Frações

Tiras de equivalência
É uma forma muito interessante de presentar de forma concreta as frações. Nesse caso o próprio aluno deve fazer suas tiras de equivalência da seguite forma: Pegue 3 folhas, divida verticalmente a folha em três parte iguais. Terá um total de 12 tiras devemos fazer as seguinte divisões através de dobras.
1;1/2;1/3;1/4;1/5;1/6;1/7;1/8;1/9;1/10;1/11;1/12.

Exemplo.


Corridas dos animais
A corrida funciona da seguinte forma. Posicionamos 12 cavalos em uma linha, uma semi reta. O primeiro dado é a quantidade que o inteiro será dividido, ou seja o DENOMINADOR e o segundo e quantas vezes essa parte irá percorrer, ou seja, O NUMERADOR.
É uma excelente recurso didático para demonstrar aos alunos as semelhanças entre as frações.O trabalho com frações equivalentes com a utilizações de material concreto,  nos permite comparar, somar e subtrair, além de ajudar a entender como frações se relacionam com razões e proporções, idéias que aparecem em quase todas as partes da Matemática escolar, estruturando as bases dos conhecimentos novos adquirido pelos educandos. Dizemos que duas frações são equivalentes quando elas representam a mesma quantidade, ou seja, estão escritas de formas diferentes, mas com medidas congruente. Além da forma mostrada existem outras para que os  professores trabalhem as equivalências com material concreto, o BARALHO DAS FRAÇÕES, que se encontra em anexo nos arquivos importantes no blog. 



Fração Equivalente




Frações diferentes que expressam quantidades iguais
Frações diferentes que expressam quantidades iguais
Dizemos que uma fração é uma parte de um inteiro que pode ser representada geometricamente ou numericamente. Podemos dividir o inteiro em diversas partes, as quais representarão quantidades diferentes e outras que representarão uma mesma quantidade. No caso de frações diferentes que representam a mesma quantidade, damos o nome de frações equivalentes. A única condição para que existam frações equivalentes é que elas pertençam ao mesmo inteiro. Observe o retângulo a seguir, ele representa o inteiro:


Ao dividirmos ao meio, isto é, em duas partes, e destacarmos 1 parte, teremos a seguinte fração:  .


Dividindo o mesmo inteiro em 4 partes e destacando 2, teremos a seguinte fração: .



Caso o inteiro seja dividido em 16 partes iguais e destacamos 8, a fração  representará numericamente a seguinte parte geométrica:

As frações apresentadas são equivalentes, todas possuem representação numérica diferente, mas expressam quantidades iguais. Nesse caso, elas estão representando sempre a metade do inteiro. Observe as frações na forma geométrica e numérica:
Para indicarmos quando duas ou mais frações são equivalentes, utilizamos o símbolo ~ ou o símbolo da igualdade +.

Para identificarmos se duas ou mais frações são equivalentes, basta aplicarmos os princípios de simplificação conhecidos, isto é, dividir o numerador e o denominador pelo mesmo número, reduzindo a fração à forma irredutível. Se as formas irredutíveis forem idênticas, dizemos que as frações são equivalentes. Veja exemplos:


Verifique que as frações ao serem reduzidas à forma irredutível se tornaram idênticas, portanto, elas são equivalentes.
Por Marcos Noé
Graduado em Matemática



UTILIZAÇÃO DE MATERIAL CONCRETO NO ENSINO DE MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL


UTILIZAÇÃO DE MATERIAL CONCRETO NO ENSINO DE MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO
ENSINO FUNDAMENTAL

Daniel da Silva Silveira (danielsilvarg@gmail.com)
Vanessa Silva da Luz (vanessa.furg@hotmail.com)
Tanise Paula Novello (tanisenovello@furg.br)


Linha de trabalho: Formação docente
Grupos de trabalho: Formação continuada, extensão, grupos de estudo ou coletivos de professores.

1- Contexto do Relato

            O presente trabalho relata sobre o projeto “A utilização de material concreto no ensino de Matemática nos anos inicias do Ensino Fundamental” que está sendo desenvolvido na Escola Municipal João de Deus Collares do município de São José do Norte/RS. O projeto foi proposto a partir do interesse da equipe gestora da escola, juntamente com o corpo docente, que procuraram professores da Universidade para formar uma parceria entre a Instituição de Ensino Superior e a escola.
            A necessidade surgiu, pelo baixo rendimento obtido pela escola na avaliação do Índice de Desenvolvimentos da Educação Básica (IDEB). A partir dessa demanda estabeleceu-se uma pareceria Universidade e escola na busca por alternativas e possíveis soluções para minimizar tais problemas. Para tanto, a escola através do incentivo financeiro do governo adquiriu vários materiais concretos para o ensino de Matemática com o intuito de aprimorar a prática docente.
            Os educadores tendo notado que seus alunos estão aprendendo mecanicamente as operações matemáticas fundamentais, tem procurado outras estratégias pedagógicas para ensinar esses conceitos, especialmente pela utilização de material concreto. Precisamos mudar esta realidade em virtude da necessidade da escola acompanhar os processos de transformação da sociedade em meio à essas demandas. Foi com esse objetivo que a equipe do projeto elaborou as atividades e selecionou os textos para serem discutidos durante os encontros com os professores desta escola.
            Sabe-se que a problemática da matemática nas séries iniciais é decorrente, muitas vezes da falta de conhecimento específico por parte dos docentes sobre a gênese da construção do sistema numérico e das quatro operações utilizando o concreto.
            As crianças são imersas no mundo dos números, muitas vezes sem compreendê-los. É trivial vermos na escola a repetição de seqüências numéricas sem o estabelecimento de relações entre símbolos e quantidades. O fato de a criança saber processar o algoritmo não garante que tenha aprendido. Esse fato, evidencia a importância de viabilizar espaços de formação continuada para os docentes discutirem estratégias pedagógicas para trabalhar a alfabetização matemática nas séries iniciais.
O mundo de informações ao qual o sujeito está exposto, não necessariamente pode não significar situação de construção de conhecimento. Nesse contexto, o papel da educação é fornecer condições para criação de ambientes significativos que favoreçam, efetivamente, o desenvolvimento de novas habilidades cognitivas e construir saberes que contribuam para a troca de atitudes e comportamentos, individuais e coletivos, permitindo a recriação de novas relações resultantes das interações entre ambiente e os elementos sociais, culturais e históricos (ORELLANA, 2002).
            A Matemática ensinada propõe-se desenvolver o raciocínio lógico do estudante, porém as atividades propostas muitas vezes contemplam apenas a memorização de regras e a sistematização de algoritmos. Cabe salientar, que a abstração da Matemática é importante, contudo esse deve ser um processo decorrente da construção de noções, a partir de situações significativas que possibilitem compreendê-los.
Diversos estudos na área de educação matemática, tem evidenciado a importância de trabalhar os conceitos matemáticos a partir do contexto dos estudantes, pois estreita o processo de relação entre o concreto e o abstrato. Micotti (1999, p.162) ressalta sobre a importância do ensino da matemática estar vinculado a situações da vida diária:
“o caráter abstrato dos estudos matemáticos surpreendem os principiantes nos primeiros contatos com o mundo de idéias e representações, desprovidas das particularidades das coisas materiais. Apesar de a matemática ser utilizada e estar presente da vida diária, exceto para quem já compartilha desse saber, as idéias e os procedimentos matemáticos parecem muito diferentes dos utilizados na experiência prática ou na vida diária.”

A Matemática tem sido introduzida sem considerar o desenvolvimento espontâneo ou natural das operações lógico-matemáticas no pensamento da criança e do adolescente. Para Piaget (1997) é da ação que a inteligência, o pensamento e a lógica derivam, pois a operação nasce da ação. Ao preconizar a inteligência Piaget estabeleceu uma seqüência de etapas em que o pensamento concreto antecede a de pensamento abstrato necessariamente. Decorre daí, que os primeiros níveis apoiados em material concreto, servem de alavancas para o desenvolvimento dos níveis superiores de pensamento necessários não só para o avanço das idéias matemáticas, mas também para a compreensão dos processos de aprendizagem de todas as disciplinas do currículo básico.
Existem diversas formas de ensinar matemática, o que é determinante nesse contexto é a prática pedagógica do professor. É papel dele trabalhar com diferentes contextos para que os estudantes compreendam tanto os conceitos abstratos quanto as manipulações simbólicas desses. É a partir desse processo de manipulação que acontece a construção do conhecimento que é singular a cada sujeito.
Assim, decidiu-se elaborar oficinas numa perspectiva teórico-prática contemplando esses materiais de forma a potencializar o pensar sobre essas questões voltadas para o ensino de matemática. De forma geral, as oficinas foram organizadas da seguinte forma: resgate histórico do material concreto, proposição de atividades de experenciação, análise dos limites e potencialidades da atividade e abstração do conceito matemático a partir dessas atividades.

2- Descrição das Atividades

            O grupo é composto por seis acadêmicos, dois professores da instituição e duas professoras da escola, o coletivo reúne-se semanalmente para planejar as atividades e discutir as ações realizadas. O curso foi planejado para 31 professores das series iniciais do ensino fundamental em oito encontros semanais com duração de duas horas.
A seguir será explicitado o planejamento das oficinas: no primeiro encontro discutiremos o papel do professor no ensinar e para quem ensinar, apresentando um vídeo com entrevistas realizadas com professores das séries iniciais, apreciando a prática pedagógica desses para a partir do vídeo discutirmos no grande grupo o entendimento das educadoras sobre estratégias metodológicas possíveis para o ensino de matemática com enfoque na utilização de matérias concretos. Nos demais encontros, seguirá a mesma dinâmica realizando um breve resgate histórico dos materiais pedagógicos. As atividades contemplarão a manipulação de blocos lógicos, ábaco, material dourado, discos de fração e cuisinaire.

3- Análise e Discussão do Relato

            Em geral, a matemática tem sido abordada de forma abstrata, com poucas demonstrações concretas dos conceitos com a realidade, fato esse que dificulta o entendimento dos discentes e como conseqüência muitos passam a não gostar dessa ciência. Estudos mostram que o material concreto tem sido utilizado como intermediário entre a prática da sala de aula e a aprendizagem, possibilitando que os estudantes façam experimentos e estabeleçam relações entre as situações experienciadas com o uso dos materiais e a abstração dos conceitos estudados. O desafio é durante as oficinas apontar caminhos para superar a dificuldade de desenvolver atividades que provoquem o envolvimento, a participação ativa dos alunos e a interação vinculando os conteúdos matemáticos a situações reais e próximas das vivências deles.

“É papel da escola criar espaços e situações que potencializam a interação, o que implica interagir nos contextos social, afetivo e cultural que influenciam os mecanismos de assimilação dos objetos do conhecimento, o desenvolvimento da aprendizagem e a maneira como as competências humanas evoluem”(MORAES, 2004).

Através da iniciativa da escola em buscar estreitar laços com a comunidade universitária, objetivando promover espaço de discussão e problematização do ensino de conceitos matemáticos, o grupo está podendo experienciar os materiais concretos vislumbrando como esses auxiliam na aprendizagem de forma mais significativa.

4- Considerações Finais

Os encontros estão sendo gratificantes, tanto para a equipe como para os educadores da escola. Para os docentes a aproximação da formação continuada com a inicial parece-nos rica e significativa, oportunizando a reflexão e estabelecendo relações dos conteúdos matemáticos com a vida cotidiana.
A prática pedagógica sem reflexão teórica é mera situação de treinamento. Por isso, precisa existir um currículo articulado, diversificado, em que o embasamento teórico é fundamental, para não ficarmos apenas na prática pela prática.
Como primeiros resultados esperam-se uma qualificação dos docentes para o trabalho com os conteúdos matemáticos. Assim, deverá elevar o nível de conhecimento dos alunos, permitindo-lhes melhor apropriação dos conceitos, aplicação em situações de seu cotidiano e conseqüente aumento dos índices do IDEB, além da formação acadêmica complementar da equipe do projeto.


5- Referências

BICUDO, Maria Aparecida Viggiani, BORBA, Marcelo de Carvalho. Educação Matemática: pesquisa em movimento. São Paulo, Cortez, 2004.
CARRETERO, Mario. Construtivismo e Educação. Porto Alegre, Artes Médicas, 1997.
MICOTTI, M. C. O. Micotti, M.C. de O. (Org.) . Alfabetização: aspectos teóricos e práticos. 1. ed. Rio Claro - SP: Instituto de Biociências de Rio Claro - UNESP, 1999.
MORAES, M. C. Pensamento eco-sistêmico: educação, aprendizagem e cidadania no século XXI. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
ORELLANA, I. La estrategia pedagógica de la comunidad de aprendizaje: definiendo sus fundamentos, sus practicas y su pertinencia en educación ambiental. In: SAUVÉ, L., ORELLANA, I. e SATO, M. Textos escogidos en Educación ambiental, de una América a la otra, Tome 2, ERE-UQAM, Université du Québec, Montreal, 2002.
PIAGET, Jean. A Psicologia da Criança. Porto, Asa, 1997.
SIMONS, Ursula Marianne. Blocos Lógicos: 150 exercícios para flexibilizar o raciocínio. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.






            

Memorial


Tudo começa com uma pergunta. Porque ser professor de matemática?
Para que vocês entenderem melhor meu gosto pela matemática é necessário que eu faça  uma retrospectiva da minha vida. Nasci no dia 19 setembro de 1975 as 15:30 hs, no Núcleo Bandeirante, sexto filho de uma família. Meu pai era um marceneiro e minha mãe era dona de casa, acho que o termo que mais se enquadra melhor é guerreira, para criar seis filhos em um assentamento do governo esquecido por todos os governantes da época.
 Sempre ouvia meus irmão falar que a escola não era legal, que na escola tinha vários professores carrascos isso já gerou um certa fobia do ambiente escolar. Aos seis anos fui a escola, saindo da minha pseudo zona de conforto que chamava de minha rua, e cai naquele inferno criado pela minha mente, devido aos diversos comentários dos meus irmãos. O pior é que apesar da fobia  não podia reprovar pois a surra no final de ano era certa.  
Foi a primeira vez que tive contato com aquela matemática institucionalizada, vendo meus colegas responderem conforme era imposto pela a professor. Engraçado não meu lembro da minha professora da primeira série, pois foi tão insignificante que não me lembro de quase nada daquele ano. Recordo-me sim da professora Teresinha da segunda série, atual terceiro ano, era educação em pessoa, baixinha, gordinha, cabelos grisalhos, parecia uma daquelas senhoras que o marido era funcionário público e ela para não ficar parada ia dar aula, mas ela era muito mais que isso, era uma boa pessoa. Ensinou etiqueta para os alunos, coisas que uso até hoje, mas o conteúdo ficou pelo caminho.
Chegando na terceira série, percebi que as coisas estavam ficando mais sérias, muita coisa no quadro para escrever, minha grande dificuldade era copiar, pois desde aquela época tenho um problema sério de visão, que nem minha mãe e  nem meus professores perceberam. O problema era que só os alunos nota 10 poderiam sentar na frente, sofria em silêncio querendo aprender mais não podia. Então desenvolvi um técnica para aprender escutando, passava mas não me convencia. A matemática ainda era um monstro desconhecido para mim passava sempre com notas baixas sem entender que ela estava presente na minha vida, pois meu pai era marceneiro.
Na quarta série tive uma professora nova e bonita, minha primeira paixão, com muitas ideias revolucionária de esquerda, pregava que tínhamos que ter opinião própria, levou até um Vinil da Banda Peble Rude para escutarmos, mas conteúdo mesmo só ficou no papel. Mas o importante para mim era não apanhar no final do ano. E tinha mais uma clausula do castigo da minha mãe, era seu eu reprovasse passaria toda as férias de castigo. Ficar sem soltar pipa no final do ano era o fim para mim. Mas com a técnica de aprender escutando passava com notas baixas mas passava. Para completar via meu pai se definhando em um alcoolismo e falta de cuidados próprio com a alimentação.  Isso foi até a conclusão do ensino médio, terminei não sabendo escrever, ler e tão pouco sabendo dos algoritmos básicos da matemática.
Aos 18 anos o que sobrou para mim foi um  sub emprego, fui carregar peças em uma concessionária de carros. Tive contato com engenheiro, advogados, administradores, mecânico, políticos, que em alguns momento da minha vida me falaram que era um homem inteligente, que até aquele momento nunca havia pensado que eu era capaz de aprender. Juntei algumas economias conseguidas através do árduo trabalho e entrei em um curso preparatório para vestibular de 18 meses. Era um curso onde reuniram os melhores professores do DF, para fazer um trabalho quase social. Ali eu conheci a matemática e esse lindo oficio que chamamos professor.
O professor Carlos com sua didática excepcional e uma amor a profissão, me jogou no mundo do  conhecimento e da dúvida. Em 18 meses conseguiu recuperar 12 anos perdidos da minha vida escolar. Sem muito recurso didático consegui ensinar geometria de forma totalmente clara e sólida, reforçando os alicerces do meu conhecimento, usando da matemática contida em nossas vidas para aplicar a institucionalizada. Passei em três faculdade mas por força maior tive que largar. Mas esse conhecimento foi muito útil pois fui promovido várias vezes na empresa devido ao meu bom desempenho nas minhas tarefas, graças a tomadas de decisões rápidas e inteligente. Em 2008 voltei a estudar com o intuito de tentar mudar um pouco a educação no nosso país, Graças ao Carlos eu mudei a minha vida, saindo daquele buraco que chamamos pseudo zona de conforto.
Isso que devemos trabalhar nas crianças de séries iniciais, base fortes para que elas possam pensar.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Estrutura do sistema de numeração decimal


 Continuação da Estrutura do sistema de numeração decimal.

Utilizamos o mesmo jogo com o material Dourado. (Ganha montão e Perde tudo)



















Excelente forma de trabalharmos o sistema de números decimal com o aluno, dessa forma pode compreender melhor a forma de agrupamento e desagrupamento. Com o material didático o aluno tem mais facilidade em absorver novos conhecimentos, ou seja, a mediação do conhecimento torna-se mais ágil. Pois para crianças que nunca tiveram acesso a essa forma de ensino, tem muita dificuldade em absorver novos conhecimentos.
 Tipos de Ábaco
Ábaco de pino
 O ábaco de pinos é um material utilizado como recurso para o trabalho de Matemática, para desenvolver atividades envolvendo o Sistema de Numeração Decimal, a base 10 e o valor posicional dos algarismos, além das 4 operações (com mais ênfase na adição e na subtração).



O ábaco é um objeto de madeira retangular com bastões na posição horizontal, eles representam as posições das casas decimais (unidade, dezena, centena, milhar, unidades de milhar, dezenas de milhar, centenas de milhar, unidades de milhão), cada bastão é composto por dez “bolinhas”. As operações são efetuadas de acordo com o sistema posicional, o ábaco não resolve os cálculos, ele simplesmente contribui na memorização das casas posicionais enquanto os cálculos são feitos mentalmente.


A professora solicitou que fizéssemos vários problema envolvendo os seguintes algoritmo: Adição, Subtração, Multiplicação e Divisão.

























Efetuamos a resolução dos problema com material concreto. Utilizando os algoritmo fundamentais e foramas de agrupamento e desagrupamento. Com o material efetuamos experiência de quantas formas podemos escrever um número, utilizando unidade, dezena e centena.


Temos conhecimento que o ensino-aprendizagem no que envolve professor e aluno, é fundamental a utilização de material concreto para melhor compreensão dos conteúdos aplicado. Nesse caso, possibilitaremos uma visão mais ampla do educando, vivenciando algumas situações com as quais os alunos consigam, facilmente estabelecer relações entre o material e o  conteúdos aplicado. Neste contexto, percebemos a importância da ação conjunto entre o professor e os alunos é fundamental para que o material possa ter sua utilização justificada.O professor deve efetuar questionamento relacionando a matéria aplicada  a atividade com a material concreto. Dessa forma há um fortalecimento do conhecimento novo do aluno, ou seja, da matéria aplicada. Os alunos são jogados nos universos dos números, que na maiorias das vezes sem entendê-los, pois é verídico que a matemática é vista como um mostro dentro do ambiente escolar, devido a esse abandono  e despreparo da classe docente.  Já é provado que não basta o aluno entender o algoritmo isso não garante que ele tenha compreendido a estrutura do conteúdo. Por isso é importante o professor criar um ponte, mas para que ele tenha domínio  é necessário uma formação continuada nas estratégias pedagógicas para trabalhar a alfabetização matemática nas séries iniciais.


Mais algumas fotos.